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08.08.2018 07:22


Dicas De Blogueiras Pra Perder gordura


Em 1910 o estadista francês Georges Clemenceau declarava tua perplexidade pelos níveis da corrupção em Buenos Aires: “a economia da Argentina só cresce visto que de noite os políticos e empresários estão dormindo e não podem usurpar. E durante o tempo que isto, à noite o trigo cresce e a vacas fornicam com luxúria”. Pela foto acima, Clemenceau nos anos 20, aposentado. O ano, 1616. O protagonista, o capitão Simon de Valdez, tesoureiro da Real Fazenda no vilarejo de Santa Maria do Buen Ayre, futura cidade de Buenos Aires. A atividade extraoficial de Valdez: ser o dono de uma residência ilegal de jogos.


Neste delito o funcionário público foi detido pelo governador espanhol da época. No entanto, foi solto pouco depois, recuperando seu cargo de tesoureiro. Considerando-se impune, Valdez reabriu tua casa clandestina de apostas. Contudo, teu regresso teve mais ousadia, por causa de a instalou em uma residência vizinha ao Cabildo, o edifício que albergava a administração colonial espanhola. Um ano depois Valdez decidiu economizar com o aluguel e levou teu ‘business’ pra dentro da própria sede do governo.

  • 40 Re: Vandalismo
  • 6° Gerenciamento de Ordens
  • 7- Confiar só na poupança
  • Marketing de expectativa
  • Chegar um defeito comum que teu público sofre (que você podes consertar)
  • dois Leões de Prata
  • sete — Followers pra Instagram zoom_out_map

Nos quase quatro séculos que passaram depois de as atividades irregulares de Valdez a corrupção na Argentina continuou alastrando-se. Em 2002, um ano antes da chegada do casal Kirchner ao poder, a Argentina estava no posto número setenta do ranking de clareza da corrupção montado na ONG Transparência Internacional. O casal Kirchner, cuja riqueza oficial cresceu 4.567% entre 1995 (data na qual Nestor Kirchner era governador de Santa Cruz) e 2010 foi indiciado em dezenas de ocasiões nos tribunais.


Mas, a maioria dos casos de corrupção que protagonizavam foi arquivada. Alguns dos processos, na província de Santa Cruz, feudo político dos Kirchners, estavam a cargo da promotora federal Natalia Mercado. Coincidentemente, ela é sobrinha direta de Néstor e Cristina Kirchner, filha da ministra da Ação Social, Alicia Kirchner. Manuel Garrido, ex-promotor federal e ex-diretor do Departamento Anticorrupção, falou ao Estado que o recente relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) “questiona a Argentina na conivência entre o poder e a Justiça no país. E este é um dos fatores que explica a impunidade”. Garrido foi diretor da Promotoria de Investigações Administrativas em 2003. Entretanto, renunciou poucos meses depois, no momento em que o procurador-geral da República, Esteban Righi, restringiu suas investigações, que começavam a dar pistas sobre isto os primeiros escândalos do governo Kirchner.


Nos últimos 2 anos o governo foi confuso pelo progresso dos escândalos de corrupção protagonizados pelo vice-presidente Amado Boudou, roqueiro nas horas vagas e colecionador de motos Harley Davidson. O vice foi convocado para inquérito nos tribunais por irregularidades com a gráfica Ciccone, terceirizada pelo governo para imprimir notas de pesos.


O inquérito será no dia quinze de julho, após o encerramento das distrações que a Copa do Mundo pode suscitar. A circunstância de Boudou, que assim como é suspeito de enriquecimento ilícito, agrava-se a cada dia. Inúmeros setores do kirchnerismo sinalizam que o vice, caso seja processado, deveria tomar uma licença do cargo, pra não afetar a imagem do governo. Coincidentemente, Boudou ficou de fora do novo Conselho do Partido Justicialista (Peronista).


Há duas semanas, José Guillermo Capdevilla, uma das testemunhas do caso Ciccone, ex-assessor de Boudou quando este era ministro da Economia, abandonou a nação às pressas, alegando que foi ameaçado de morte. Enquanto isso, o governo conseguiu conduzir a julgamento por provável mau funcionamento de tuas funções o promotor José Luis Campagnoli, que averiguava os nexos entre o casal Kirchner e o empresário Lázaro Báez, processado por suposta lavagem de dinheiro. O julgamento de Campagnoli, famoso por tua honestidade e existência austera, será durante os dias da Copa do Mundo.


Além dos próprios Kirchners, do vice Boudou, os escândalos de corrupção atingem ministros poderosos como Julio De Vido, do Planejamento Federal, alvo de uma reabertura de um método sobre enriquecimento ilícito pela semana passada. Várias pesquisas apontam que os argentinos consideram que a corrupção está enraizada no nação entre políticos, empresários, integrante das polícia, além de outros mais setores. Um levantamento construído pela consultoria Raúl G.Aragón & Associados sustentou em abril que 67,3% dos entrevistados acreditam que a corrupção é “inevitável” pela Argentina. A busca também indicou que só 1,4% não acreditam na vivência de corrupção no governo Kirchner. A imagem a respeito os líderes da oposição também é negativa (porém favorecidos por exígua margem), dado que só 2,5% dos entrevistados acreditam na ausência de corrupção nos grupos contrários à presidente Cristina.

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