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Saiba Como "deixar A Porta Aberta" Ao Sair Da Empresa
21.07.2018 04:57

Vantagens E Desvantagens De Desenvolver Uma Agência De Empregos Virtual - Desenvolver Website


Vamos ceder continuação à nossa análise a respeito da economia de uma Catalunha independente. Se considerarmos um ranking hipotético do PIB per capita dos vinte e oito países da Combinação Europeia (UE) mais o novo Estado soberano, a Catalunha ficaria 11º recinto no dias de hoje, entre o Reino Unido e a França.


Mas será que a região conseguiria conservar tais níveis de riqueza depois da separação? Em quanto ficaria o progresso do novo nação? A resposta, como quase a toda a hora em Economia, é: depende. Primeiro, necessitamos situar o horizonte da observação. No curto tempo, é ponto pacífico entre os economistas (pró-independência ou não) que o PIB sofrerá queda, no entanto a intensidade estimada varia bastante de estudo para estudo.


Neste momento no enorme período, não há projeções confiáveis, somente especulação. Além disso, é necessário combinar quais hipóteses serão usadas. Como Fazer Um Vlog como suposições ligadas a essas perguntas definem cenários econômicos muito distintos, variando de estagnação temporária a depressão profunda. No entanto antes, carecemos perceber o porquê de essas suposições serem tão discrepantes entre si. Não há consenso a respeito de como calcular a diferença entre os impostos recolhidos na Catalunha e os gastos públicos que beneficiam os cidadãos da localidade, ou seja, como indicar o famoso déficit fiscal. Eu Sou Dessa forma, E Você? não leu errado - há uma descrição clara para o déficit, entretanto não se sabe exatamente como mensurá-lo.



O defeito está no critério de imputação: onde os gastos do governo central devem ser contabilizados? De acordo com o procedimento do fluência monetário, preferido por economistas independentistas, os gastos necessitam ser contabilizados somente nas regiões onde se realizaram. Neste instante pelo segredo do corrimento de benefícios, os gastos precisam ser imputados por todas as regiões e distribuídos conforme o embate estimado no bem-estar dos cidadãos residentes em cada território. Tendo como exemplo, na primeira metodologia, os custos de uma estação de trem ou de um aeroporto elaborado em Madrid precisam ser contabilizados como um gasto desempenhado em Madrid, apenas.


O procedimento de fluidez de benefícios parece mais razoável, mas há muitas problemas em começar um critério para a distribuição interregional dos impactos no bem-estar. Desse modo, as estimativas do déficit fiscal segundo esta metodologia variam de 3% a 5% do PIB catalão. O procedimento do corrimento monetário, todavia, é mais claro e todas as publicações que o utilizam indicam que o déficit está por volta dos 8% do PIB regional. É essa cifra elevada que participantes do movimento separatista evocam quando dizem “España nos roba”. Um segundo ponto de discordância entre os economistas que tentam avaliar os impactos da possível urgência de uma Catalunha soberana é a reação dos compradores espanhóis.


Há um fenômeno denominado como “efeito-fronteira” que poderia fixar a técnica da Catalunha de exportar para a Espanha. Um possível boicote por cota dos espanhóis também agiria nesse significado. O efeito-divisa é a ação da vida de fronteiras políticas no volume de comércio internacional em oposição ao volume de comércio doméstico. Isto ocorre por perguntas culturais e escolhas políticas que afetam a preferência dos clientes, como o idioma, a rede de contatos dos cidadãos, a regulação econômica e a qualidade da educação, tais como. A Catalunha, no curto prazo, não se distanciaria muito da Espanha em alguns destes quesitos, como os contatos e a educação, entretanto com toda certeza seria afetada por outros, como a língua e a regulação.


Esta última, aliás, eventualmente Português Aproxima Estudantes Do Brasil, EUA E Angola de dificuldades - podemos imaginar o que aconteceria lendo pra agenda intervencionista do partido que governa a região, o Esquerda Republicana da Catalunha (ERC). Um boicote dos cidadãos espanhóis de fora da Catalunha, que se diferencia do efeito-fronteira por ser uma retaliação, e não uma pergunta de preferências, é uma escolha controversa.


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Os independentistas acham que os interesses econômicos vão sobressair sobre isso as reações emocionais e, então, um boicote não ocorreria, que prejudicaria os espanhóis. Embora ocorresse, seu choque seria reduzido, uma vez que 2 terços das “exportações” da Catalunha para a Espanha são de bens intermediários e as corporações espanholas não incorreriam nos custos de trocas de fornecedor. Caso alcance a liberdade, a Catalunha deverá pedir teu ingresso pela UE do mesmo modo que cada outro nação, e não será automaticamente inserida no bloco, como até pouco tempo admitiram as lideranças secessionistas.


Não há, ademais, nenhuma garantia de que as negociações com a UE teriam sucesso, no mínimo não no curto prazo. As complicações poderiam ser imensas. Em primeiro local, para entrar no bloco europeu, o novo país precisaria ser conhecido internacionalmente, em especial como membro das Nações Unidas. O procedimento não seria instantâneo e passaria pelo questionamento da legitimidade da recém-montada república, cuja declaração unilateral vai de encontro à Constituição espanhola e colocaria em cheque a validade jurídica das outras organizações.


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